No dia 1º de outubro de 2026, a Mercato celebrou 17 anos de história.
Uma trajetória que começou em Canoas, no Rio Grande do Sul, com um propósito claro: simplificar a automação e aproximar a tecnologia das necessidades reais dos projetos.
Desde 2009, muita coisa mudou.
A empresa cresceu, desenvolveu tecnologia própria, ampliou sua presença no mercado, incorporou novas áreas de atuação e passou a participar de projetos cada vez mais complexos.
Mas alguns princípios permaneceram.
A proximidade com clientes e parceiros.
A busca por soluções que façam sentido na aplicação.
O desenvolvimento de conhecimento técnico.
E a convicção de que tecnologia só gera valor quando consegue resolver problemas reais.
Ao longo desses 17 anos, a Mercato construiu um ecossistema que conecta fabricação própria, marcas globais, automação predial, HVAC, gerenciamento de energia, BMS, segurança eletrônica, infraestrutura de rede, suporte técnico, treinamentos e metrologia.
E por trás de cada uma dessas frentes existe algo ainda mais importante: pessoas.
Colaboradores, clientes, integradores, projetistas e parceiros que participaram de diferentes momentos dessa história e ajudaram a construir a Mercato que existe hoje.
Como começou a história da Mercato?
A Mercato nasceu em 2009, em Canoas, inicialmente com atuação voltada à distribuição de tecnologias para automação e HVAC.
Desde o início, a empresa esteve próxima de integradores, projetistas e profissionais que precisavam transformar produtos e especificações em sistemas funcionando de verdade.
Essa proximidade com o campo trouxe um aprendizado importante.
Automação predial pode envolver tecnologias sofisticadas, diferentes protocolos, sensores, controladores, atuadores, válvulas, softwares e redes de comunicação.
Mas, para quem precisa aplicar tudo isso em um projeto, a questão principal costuma ser muito mais simples:
como fazer essas tecnologias trabalharem juntas de forma confiável?
Foi a partir desse olhar que a Mercato começou a construir sua identidade.
Mais do que disponibilizar produtos, existia uma preocupação em tornar a tecnologia mais compreensível e mais próxima da realidade dos projetos.
Esse princípio acompanharia a empresa nos anos seguintes.
O que significa simplificar a automação?
Simplificar não significa tornar um sistema menos técnico.
Significa organizar a complexidade para que ela possa ser aplicada de maneira mais clara.
Em um sistema de automação predial, sensores coletam informações.
Controladores processam esses dados.
Atuadores, válvulas e outros dispositivos executam comandos.
Redes permitem que os equipamentos se comuniquem.
Sistemas supervisórios organizam as informações.
Operadores acompanham a instalação.
Cada camada possui sua própria complexidade.
O desafio está em fazer com que todas elas trabalhem juntas.
Para a Mercato, simplificar a automação passou a significar justamente isso: desenvolver tecnologias, ferramentas e conhecimento que facilitem a passagem entre projeto, instalação, integração e operação.
Essa visão ajudou a orientar não apenas os produtos desenvolvidos pela empresa, mas também áreas como suporte, treinamento e engenharia de aplicação.
Início da fabricação própria
Pouco tempo depois de sua fundação, a Mercato deu um passo que mudaria significativamente sua trajetória.
Em 2010, começou a estruturar sua fabricação própria e lançou a linha Omnirate, voltada à medição de energia e insumos. A empresa deixava de atuar apenas com tecnologias desenvolvidas por outros fabricantes e começava também a criar suas próprias soluções.
Essa mudança trouxe novos desafios.
Fabricar significava pensar em hardware, software, firmware, comunicação, documentação, testes, produção e suporte.
Mas também abriu uma nova possibilidade: transformar necessidades observadas nos projetos em novos desenvolvimentos.
Quando uma empresa está próxima de quem utiliza seus produtos, problemas recorrentes começam a aparecer com mais clareza.
Uma necessidade de integração.
Um tipo diferente de sinal.
Uma forma mais simples de configuração.
Uma nova funcionalidade.
Uma dificuldade enfrentada pelo integrador.
A fabricação própria permitiu aproximar ainda mais experiência de campo e desenvolvimento de produto.
Medir para entender melhor a operação
A entrada da Mercato no segmento de medição também ajudou a ampliar a visão sobre automação.
Medir energia ou outros insumos não significa apenas registrar números.
Significa criar informação.
Ao individualizar determinados consumos, torna-se possível entender melhor onde, quando e como os recursos estão sendo utilizados.
Esses dados podem apoiar atividades como:
monitoramento;
rateio;
tarifação;
análise de consumo;
comparação entre períodos;
desenvolvimento de indicadores;
gestão energética.
Esse conceito continua relevante atualmente.
Um edifício que mede suas variáveis possui mais informação sobre sua própria operação.
E quanto maior a qualidade dessas informações, maior a capacidade de identificar comportamentos, desvios e oportunidades de melhoria.
A evolução para controladores programáveis
Conforme os projetos atendidos pela Mercato foram ficando mais complexos, as necessidades de controle também evoluíram.
Sistemas HVAC podem exigir estratégias diferentes conforme a aplicação.
Temperatura.
Umidade.
Pressão.
CO₂.
Vazão.
Ventilação.
Bombas.
Válvulas.
Ventiladores.
Programação horária.
Setpoints.
Muitas vezes, essas variáveis precisam trabalhar juntas dentro da mesma lógica.
Foi nesse contexto que a Mercato ampliou sua linha de controladores e avançou com a Climate PRO, direcionada a aplicações que exigem maior flexibilidade de programação.
O desenvolvimento de controladores programáveis representou uma nova etapa.
Em vez de trabalhar apenas com funções previamente definidas, o integrador passou a ter mais liberdade para desenvolver lógicas de acordo com a necessidade específica de cada projeto.
Essa flexibilidade permitiu ampliar as possibilidades de aplicação da tecnologia Mercato em sistemas HVAC e automação predial.
Programação também precisa ser mais acessível
Desenvolver um controlador programável não significava apenas criar o hardware.
Era necessário pensar também em como os profissionais iriam desenvolver suas aplicações.
Foi dentro dessa lógica que ferramentas como o MProg passaram a fazer parte do ecossistema da Mercato.
A programação gráfica em blocos permite que a lógica seja construída de maneira visual, mantendo a capacidade técnica necessária para aplicações de automação.
Esse é um bom exemplo de como o propósito inicial da empresa continuou presente mesmo com a evolução dos produtos.
A tecnologia ficou mais capaz.
Mas também precisava continuar sendo utilizável.
Crescimento para além da automação e HVAC
Com o passar dos anos, os edifícios começaram a se tornar cada vez mais conectados.
Automação, climatização, energia, comunicação e segurança deixaram de funcionar como universos completamente separados.
Os projetos passaram a exigir uma visão mais ampla da infraestrutura.
Por isso, a Mercato também expandiu sua atuação.
Em 2017, ampliou seu portfólio para áreas como segurança eletrônica e infraestrutura de rede.
Esse movimento permitiu acompanhar uma transformação que já estava acontecendo nos próprios empreendimentos.
Controle de acesso.
CFTV.
Detecção de incêndio.
Cabeamento estruturado.
Redes.
Automação.
Climatização.
Todos esses sistemas passaram a fazer parte de uma infraestrutura tecnológica cada vez mais integrada.
A Mercato também precisou evoluir para acompanhar essa realidade.
A internacionalização da Mercato
Outro momento importante aconteceu em 2019, quando a empresa iniciou sua operação nos Estados Unidos, em Nashville, Tennessee, por meio da Mercato BAS Supply.
A internacionalização representou uma nova etapa de amadurecimento.
Entrar em outro mercado significa lidar com diferentes práticas de engenharia, requisitos técnicos, padrões, expectativas comerciais e formas de trabalhar.
Também significa colocar os produtos desenvolvidos no Brasil em contato com novas aplicações e novos profissionais.
Essa experiência contribuiu para ampliar o repertório técnico da empresa e fortalecer seu processo de evolução.
A operação internacional também aproximou a Mercato do mercado de BAS — Building Automation Systems, termo amplamente utilizado nos Estados Unidos para sistemas de automação de edifícios.
A evolução para BMS e integração
Em 2019, a Mercato também ampliou sua atuação no universo de BMS e integração por meio da plataforma Niagara e da parceria com a Tridium.
Esse movimento acrescentou uma nova camada ao ecossistema tecnológico da empresa.
Até então, boa parte das soluções estava concentrada em medição, controle e equipamentos de campo.
Com o avanço em BMS, a Mercato passou a participar de maneira ainda mais direta da integração e supervisão das informações produzidas pelos sistemas.
Essa evolução trouxe soluções como os gerenciadores da família M-JACE e softwares supervisórios utilizados para centralizar dados provenientes de diferentes redes e equipamentos.
Na prática, a arquitetura passou a conectar diferentes etapas:
sensores medem;
controladores processam;
equipamentos atuam;
redes comunicam;
o BMS integra e supervisiona;
e as pessoas utilizam essas informações para entender e operar o edifício.
O portifólio atual reflete essa evolução
Depois de 17 anos, a Mercato possui tecnologias presentes em diferentes camadas de uma arquitetura de automação predial.
Entre elas estão:
controladores configuráveis;
controladores programáveis;
sensores;
medidores eletrônicos de energia e insumos;
interfaces;
softwares supervisórios;
gerenciadores;
módulos;
gateways;
equipamentos de integração.
Cada produto possui sua função.
Mas o valor real aparece quando eles deixam de ser vistos individualmente e passam a fazer parte de uma arquitetura.
Esse talvez seja um dos principais aprendizados acumulados pela empresa ao longo de sua trajetória.
Automação não é um conjunto de produtos. É um sistema.
Uma história construída também pelo suporte
Quanto mais a Mercato ampliou seu portfólio, mais evidente ficou que produto e conhecimento precisam caminhar juntos.
Muitos problemas encontrados em automação não são necessariamente defeitos de um equipamento.
Podem estar na configuração.
Na comunicação.
Na instalação.
Na integração.
Na lógica.
No dimensionamento.
Um controlador pode estar funcionando corretamente, mas não aparecer no BMS por causa de uma configuração de rede.
Um sensor pode estar funcionando, mas instalado em um local inadequado.
Uma válvula pode estar em perfeitas condições, mas ter sido selecionada para uma condição diferente daquela existente em campo.
Por isso, o suporte técnico passou a ocupar uma posição importante dentro do ecossistema da Mercato.
O objetivo não é apenas responder dúvidas sobre produtos.
É ajudar a aproximar produto, aplicação e resultado.
Treinamento como parte da tecnologia
A mesma lógica vale para treinamento.
Quanto mais recursos um equipamento possui, maior é a importância de saber utilizá-los.
Um controlador programável precisa de alguém capaz de desenvolver uma boa lógica.
Um sistema BMS exige conhecimento sobre integração.
Uma rede BACnet ou Modbus precisa ser corretamente configurada.
Um medidor precisa ser parametrizado para que seus dados façam sentido.
Por isso, capacitar profissionais tornou-se parte do trabalho desenvolvido pela Mercato.
Treinamentos ajudam integradores, projetistas e parceiros a compreender não apenas o que determinado produto faz, mas como ele deve ser aplicado.
Esse conhecimento continua no mercado e passa a acompanhar os profissionais em outros projetos.
Metrologia e a importância de confiar nos dados
Outro elemento incorporado ao ecossistema foi a metrologia.
Um sistema de automação toma decisões com base em informações.
Temperatura.
Umidade.
Pressão.
Grandezas elétricas.
Gases.
Luminosidade.
Se essas informações estiverem incorretas, uma boa lógica de controle também poderá tomar decisões inadequadas.
Por isso, a Mercato desenvolveu sua estrutura de metrologia por meio do LAMEM.
A calibração ajuda a avaliar o comportamento dos instrumentos e a confiabilidade das medições utilizadas pelos sistemas.
Essa frente complementa o próprio conceito de automação.
Antes de controlar, é preciso medir.
E antes de confiar em uma estratégia, é necessário confiar nas informações utilizadas por ela.
Pessoas sempre estiveram no centro desta história
Ao olhar para uma empresa de tecnologia, é natural perceber primeiro os produtos.
Mas produtos não contam toda a história.
Por trás de um controlador existe uma equipe de engenharia.
Por trás de uma fabricação existe uma equipe de produção.
Por trás de uma venda existe alguém tentando compreender a necessidade de um cliente.
Por trás de uma entrega existe logística.
Por trás de um treinamento existe conhecimento acumulado.
Por trás de um atendimento de suporte existe alguém tentando resolver um problema que está acontecendo em campo.
Os 17 anos da Mercato também são resultado de todas essas pessoas.
Colaboradores que participaram de diferentes fases.
Profissionais que cresceram junto com a empresa.
Pessoas que chegaram recentemente e passaram a contribuir para os próximos capítulos.
Tecnologia pode ser registrada em uma ficha técnica.
Conhecimento, cultura e relacionamento são construídos ao longo do tempo.
Clientes também fizeram parte desta história
Muitas vezes, uma necessidade de mercado aparece primeiro em um projeto.
Um cliente precisa de uma função diferente.
Um integrador encontra uma dificuldade de aplicação.
Um projetista precisa integrar equipamentos que ainda não haviam sido utilizados juntos.
Uma operação identifica uma informação que deveria ser apresentada de outra forma.
Essas situações geram aprendizado.
E esse aprendizado pode voltar para o desenvolvimento, para o suporte, para a documentação ou para os processos internos.
Por isso, a relação entre uma fabricante de automação e seus clientes não acontece em apenas uma direção.
O mercado também ajuda a desenvolver a tecnologia.
Ao longo de 17 anos, muitas evoluções nasceram justamente dessa troca.
Parceiros completam o ecossistema
A história da Mercato também está diretamente ligada aos parceiros que fizeram e fazem parte de sua trajetória.
Desde o início, a empresa trabalhou com fabricantes especializados.
Com o crescimento da fabricação própria, essas relações não deixaram de ser importantes.
Pelo contrário.
Passaram a complementar aquilo que a Mercato desenvolvia internamente.
É essa combinação entre tecnologia própria e conhecimento de fabricantes globais que permite atender diferentes partes de um projeto.
Nenhuma empresa precisa desenvolver sozinha todos os componentes de um edifício.
O importante é saber combinar competências.
O que significa falar em ecossistema Mercato?
Depois de 17 anos, a Mercato não pode mais ser descrita apenas como fabricante ou distribuidora.
Sua estrutura reúne diferentes frentes:
fabricação própria;
distribuição de tecnologias;
automação predial;
HVAC;
BMS;
gerenciamento de energia;
segurança eletrônica;
infraestrutura de rede;
engenharia de aplicação;
suporte técnico;
treinamentos;
metrologia.
Essas áreas não precisam atuar isoladamente.
Uma necessidade pode começar durante a especificação.
Passar pela engenharia de aplicação.
Exigir um produto.
Precisar de suporte durante a instalação.
Gerar uma necessidade de treinamento.
E continuar sendo acompanhada depois que o sistema entra em operação.
É essa continuidade que transforma um portfólio em um ecossistema.
Eficiência energética ganhou uma nova dimensão
Essa transformação também aparece na maneira como os edifícios lidam com energia.
Durante muito tempo, eficiência esteve bastante associada à substituição de equipamentos por modelos mais eficientes.
Isso continua importante.
Mas hoje existe uma compreensão maior de que a maneira como um equipamento é operado também influencia seu consumo.
Um ventilador eficiente pode trabalhar sem necessidade.
Uma bomba pode operar acima da demanda real.
Um ambiente vazio pode continuar climatizado.
Um sistema pode manter setpoints inadequados durante horas.
A automação permite aproximar a operação da demanda real.
Sensores identificam condições.
Controladores executam estratégias.
Medidores mostram o consumo.
BMS organiza as informações.
Históricos permitem identificar padrões.
Esse processo transforma eficiência energética em uma questão não apenas de equipamento, mas também de gestão operacional.
17 anos de evolução
Alguns marcos ajudam a visualizar essa trajetória.
2009 — início da história da Mercato em Canoas.
2010 — primeiros passos da fabricação própria e desenvolvimento da linha Omnirate.
2017 — avanço dos controladores programáveis com a Climate PRO e ampliação da atuação para segurança eletrônica e infraestrutura.
2019 — início da operação internacional em Nashville e expansão da atuação em BMS e integração.
Anos seguintes — evolução do portfólio, certificações, softwares, interfaces, estrutura técnica e presença de mercado.
2026 — 17 anos conectando tecnologia, pessoas, conhecimento e relacionamento.
Essas datas ajudam a organizar a história.
Mas os principais acontecimentos nem sempre cabem em uma linha do tempo.
Estão também nos projetos entregues.
Nos problemas resolvidos.
Nos produtos que precisaram ser melhorados.
Nos profissionais que foram capacitados.
Nos clientes que voltaram.
Nos parceiros que continuaram caminhando ao lado da empresa.
E nas pessoas que, diariamente, transformam essa estrutura em trabalho realizado.
Perguntas frequentes sobre a Mercato
Quando a Mercato Automação foi fundada?
A Mercato iniciou sua trajetória em 2009, em Canoas, no Rio Grande do Sul.
Quantos anos a Mercato completou em 2026?
Em 1º de outubro de 2026, a Mercato completou 17 anos.
Onde fica a matriz da Mercato?
A matriz está localizada em Canoas, no Rio Grande do Sul, onde também se concentra parte importante da estrutura de desenvolvimento e fabricação da empresa.
Quando a Mercato começou a fabricar produtos próprios?
Os primeiros passos da fabricação própria aconteceram em 2010, com o desenvolvimento da linha Omnirate.
O que a Mercato fabrica?
O portfólio próprio inclui tecnologias para automação predial, como controladores, sensores, medidores de energia e insumos, interfaces, software supervisório, gerenciadores e dispositivos de integração.
O que é a Climate PRO?
É a linha de controladores programáveis da Mercato voltada a aplicações que exigem maior flexibilidade na criação de lógicas de controle, especialmente em HVAC e automação predial.
Quando a Mercato expandiu sua atuação para outras áreas?
Em 2017, a empresa ampliou sua atuação para segmentos relacionados a segurança eletrônica e infraestrutura de rede.
Quando começou a operação internacional da Mercato?
Em 2019, com a abertura da operação da Mercato BAS Supply em Nashville, Tennessee, nos Estados Unidos.
O que é a Mercato BAS Supply?
É a operação internacional da Mercato nos Estados Unidos, voltada ao mercado de Building Automation Systems, HVAC e tecnologias relacionadas.
A Mercato atua com BMS?
Sim. A evolução da empresa inclui soluções de supervisão e integração baseadas em tecnologias como Niagara, além de gerenciadores e softwares destinados ao gerenciamento predial.
A Mercato trabalha somente com produtos próprios?
Não. A estratégia combina fabricação própria com tecnologias de marcas especializadas distribuídas pela empresa.
Por que suporte e treinamento fazem parte da atuação da Mercato?
Porque sistemas de automação dependem não apenas dos equipamentos, mas também de especificação, configuração, programação, integração e conhecimento técnico.
Qual é o propósito que acompanha a Mercato desde sua origem?
Simplificar a automação e aproximar a tecnologia das necessidades reais de cada projeto.